Archive for maio, 2012


EMPREGO DA MADEIRA EM ESQUADRIAS AJUDA NO SEQÜESTRO DO CARBONO

O aumento da concentração de gás carbônico (CO2) na atmosfera, resultante da queima de combustíveis fósseis, vem sendo apontado como o maior responsável pelas mudanças climáticas, e pelo aquecimento global do planeta. A absorção deste excesso de carbono na atmosfera se denomina de SEQÜESTRO DE CARBONO.

A forma mais comum de seqüestro de carbono é naturalmente realizada pelas florestas. Na fase de crescimento, as árvores demandam uma quantidade muito grande de carbono para se desenvolver e acabam tirando esse elemento do ar.

Portanto, entre muitas providências que devem ser tomadas para salvar o futuro do planeta, uma delas é aumentar o plantio de árvores. Outra providência é evitar os desmatamentos irresponsáveis. A floresta deve ser mantida como floresta.

No entanto, é importante a continuidade da sua exploração, uma vez que além do seu valor econômico para a sociedade, as árvores maduras já não cumprem mais sua missão de seqüestrar carbono, e ainda ocupam os espaços necessários para o desenvolvimento das árvores novas.

COMO SEQÜESTRAR O CARBONO DA ATMOSFERA:

1. PLANTAR ÁRVORES

2. PRESERVAR ÁRVORES EM CRESCIMENTO, EVITANDO DESMATAMENTOS

3. COLHER AS ÁRVORES MADURAS E APROVEITAR A MADEIRA, produzindo janelas, portas, móveis, vigas, casas de madeira, esculturas de madeira, etc.

ESQUADRIAS FABRICADAS COM MADEIRA LEGALIZADA DE MATA NATIVA

A madeira nativa, proveniente de árvores maduras, pode ser livremente comercializada sem qualquer objeção dos órgãos do governo federal, desde que devidamente legalizadas. Com a implantação do D.O.F. (documento de origem florestal), nenhuma empresa pode vender ou comprar madeira sem o conhecimento prévio e aprovação do IBAMA.

O interessado não deve sentir qualquer tipo de constrangimento ao adquirir produtos de madeira legalizada. Além de adquirir produtos de excelente qualidade, em vez de prejudicar o meio ambiente, na verdade estará colaborando com o seqüestro de carbono.

ESQUADRIAS FABRICADAS COM MADEIRA EXÓTICA (EUCALIPTO)

Proveniente da Austrália, o Eucalipto foi introduzido no Brasil, e devido ao nosso clima e solo, seu crescimento rápido despertou grande interesse econômico para produção de celulose e energia de lenha. Por se tratar de florestas plantadas, em geral próximas de estradas, sua colheita e distribuição é bastante fácil. E em função de sua qualidade, hoje várias fábricas de esquadrias, de móveis e de outros produtos de madeira in natura, vem utilizando o Eucalipto na sua produção.

Scheid , produz esquadrias de qualidade a mais de 50 anos, utilizando madeiras legalizadas de matas nativas, e a partir de 2008 começou a produzir esquadrias também com Lyptus, uma espécie de Eucalipto desenvolvida e comercializada pela Aracruz Celulose.

De qualquer forma, com madeira legalizada proveniente de matas nativas ou de reflorestamento de Lyptus, o importante para a Scheid  é atender seus clientes com produtos de qualidade.

ESQUADRIA DE MADEIRA = CARBONO SEQÜESTRADO = AR MAIS PURO

NADA SE CONSTRÓI SEM IMPACTAR A NATUREZA

O desenvolvimento da humanidade sempre se deu às custas do aproveitamento dos recursos naturais. A natureza sempre nos forneceu o que comemos, o que bebemos, o que vestimos, o que usamos. Por mais tecnologia que exista em um produto, este não existiria sem o aproveitamento de algum recurso natural.

As esquadrias (janelas e portas) que empregamos em nossas obras podem ser fabricadas com vários tipos de materiais. Os mais empregados são: madeira, ferro, alumínio e pvc. A madeira, por ser um produto extraído da natureza praticamente pronto para o uso, foi o pioneiro, e ainda hoje disputa a preferência entre os mais empregados.

A madeira empregada na fabricação de portas, janelas, móveis e outros objetos, é resultante da colheita das árvores maduras que a natureza nos oferece. O processo de transformação de uma árvore em madeira é relativamente simples, se comparado aos demais: a árvore madura é derrubada, transportada para a serraria, cortada em pranchas ou taboas, e logo está pronta para uso, com muito pouco consumo de energia.

Outros materiais como ferro, alumínio e pvc, assim como o vidro, não são obtidos com tamanha facilidade, necessitando de várias etapas de transformação, o que implica em grande consumo de energia.

O EMPREGO CONSCIENTE DA MADEIRA FAZ BEM PARA A NATUREZA

A simplicidade de obtenção das madeiras para a satisfação de nossas necessidades é tão grande, que é comum os clientes solicitarem “janelas de Freijó”, ou “assoalho de Ipê”, ou “forro de Angelim”. É comum o cliente conhecer o tipo de árvore da qual se origina a madeira de suas esquadrias.

Provavelmente devido a esta ligação direta entre a árvore derrubada na floresta e a janela instalada na obra é que os usuários da madeira são vistos com alguma desconfiança, e muitas vezes apontados como destruidores do meio ambiente. Nada mais injusto.

O usuário da madeira para fins industriais (portas, janelas, móveis, etc) só tem interesse em madeiras provenientes de árvores maduras (velhas), capazes de proporcionar bons produtos, com qualidade e durabilidade, gerando satisfação aos clientes e conseqüentemente gerando lucros.

Assim, o madeireiro consciente só tem interesse em colher as árvores maduras, que já estão em condições de produzir um bom volume de madeira de qualidade.

E essas árvores maduras, já em fim de vida, devem ceder seus espaços para as árvores mais novas, que em sua ânsia de crescimento absorvem mais carbono da atmosfera. E para o madeireiro interessa que as árvores novas permaneçam na floresta, pois elas serão colhidas anos depois, quando enfim ficarem maduras.

Madeireiro consciente não derruba árvore nova, nem destrói a floresta. E agindo desta forma correta, colhendo apenas as árvores maduras, o madeireiro consciente faz com que a floresta se renove.

MADEIRA DEVE SER UTILIZADA EM PRODUTOS DE QUALIDADE E DURABILIDADE

Salvo exceções, fabricantes de esquadrias de madeira não tem florestas. Assim como açougueiros não criam gado, montadoras de automóveis não produzem aço e construtores de edifícios não produzem cimento.

No momento atual, em que todo o mundo se preocupa com construção sustentável, aquecimento global, seqüestro de carbono, economia de energia, cabe ao fabricante de esquadrias de madeira fazer a sua parte. Somente usar madeira legalizada de exploração auto-sustentável, ou de reflorestamento, usar boa técnica, inteligência e mão-de-obra qualificada para dar o melhor aproveitamento possível a esta maravilhosa matéria prima que a natureza nos oferece. E assim, produzir esquadrias de qualidade, duráveis, com o consumo adequado de madeira, e principalmente sem desperdícios.


Entrada Principal


Vista geral


Janela maximar, com aplicação de barras de ferro horizontais.


Porta interna de abrir, tipo placa lisa compensada, com aplicação de filetes na parte inferior e vidros subdivididos na parte superior. Madeira Freijó com acabamento lustrado natural.


Revestimento de portão de garagem basculante metálico, em Freijó, lambris verticais de 15 mm de espessura, com espaços para iluminação.


Portas de correr, em dois caixilhos para vidro e quatro folhas de venezianas sanfonadas.


Fachada lateral


Revestimento portão de garagem, em Freijó, lambris de 15 mm de espessura, com espaços de iluminação.


Porta de lambris CVA-45


Portão externo tipo CVA-45


Janela de correr em dois caixilhos, com 4 folhas de venezianas sanfonadas (modelo MSV-42). Em Freijó, com aplicação de impregnante “stain”.


Janela MSV-42, aberta.

Porta de entrada principal, modelo Colli, com laterais. A parte central mede 90 x 210, e as laterais 45 cm cada uma. Nas laterais, as partes superiores abrem, e as partes inferiores são fixas.


Entrada Principal


Janela maximar com barras de aço inoxidável


Janela de correr em dois caixilhos de 35 mm (modelo STA-35), com os caixilhos subdivididos por cordões de madeira.

Janela tipo guilhotina em 3 caixilhos, sendo o central fixo. O caixilho inferior funciona como contrapeso do caixilho superior. Madeira: Freijó


Janela de abrir e tombar, com ferragens importadas. Na posição aberta.


Janela de abrir e tombar com ferragens importadas. Na posição tombada.


Janela maximar, com caixilho inferior fixo.


Porta de correr em dois caixilhos, com fecho central retrátil. A espessura dos caixilhos é especial, para comportar o vidro duplo com micro-persianas entrevidros.


Obra Alphaville. Porta de entrada principal. Folha de abrir, tipo contorno maciço de 42 mm, com almofadas inferiores e vidros superiores.

 


Vista geral


Vista geral


Porta de entrada principal, em fase de conclusão, na fábrica, ainda com a madeira natural.


Porta de entrada principal, já instalada na obra, com acabamento em pintura branca.

 


Porta de correr embutida entre paredes, em dois caixilhos, com pintura branca.


Porta de correr embutida entre paredes, em três caixilhos.


Porta de correr embutida entre paredes, em três caixilhos.


Porta de abrir em duas folhas, com quadro maciço e almofadas em MDF.


Porta de correr em quatro caixilhos.


Porta em fabricação, com 4 caixilhos de correr para vidro, 2 caixilhos de correr para tela mosquiteira e persiana de enrolar, em alumínio em 3 esteiras, todas com motorização. Medidas: 480 x 240

 


Idem, já com as persianas instaladas.


Idem, pronta para entrega. Madeira freijó. Medidas: 480 cm x 240 cm.


Porta de abrir em duas folhas, madeira maciça, espessura 55 mm.
Detalhes:
Dimensões de cada folha 110 x 330 cm.
Madeira Cedro Rosa, com acabamento em verniz.
Porto Alegre (RS).

Porta de abrir em uma folha, com almofada inferior e vidros superiores, modelo Isabel, madeira maciça, espessura 42 mm.
Detalhes:
Dimensões: 110 x 210 cm.
Madeira Cedro Rosa, com acabamento em impregnante transparente.
Ferragens Baldwin (USA) em latão polido.
Canela (RS), Condomínio Bosque da Serra.

Porta de abrir em duas folhas, madeira maciça, espessura 55 mm, com colunas.
Detalhes:
Largura do conjunto = 386 cm
Altura do conjunto = 546 cm
Dimensões de cada folha de abrir: 110 cm x 290 cm
Madeira Cedro Rosa, com acabamento verniz.
Xangri-lá (RS), Condomínio Ilhas Park.

Porta de abrir em uma folha modelo Colli, 42 mm, com uma lateral para vidro fixo.
Madeira Freijó, acabamento verniz.
Detalhes:
Folha de porta com 90 cm x 210 cm.
Madeira Freijó, acabamento verniz.
Xangri-lá (RS), Condomínio Lagos Park.

Porta de abrir em uma folha modelo Colli, 42 mm, com duas laterais de abrir para vidro.
Detalhes:
Foha de porta com 90 x 210 cm.
Madeira Freijó, acabamento impregnante incolor.
Xangri-lá (RS), Condomínio Lagos Park.

Porta de abrir em duas folhas modelo Adall, 42 mm, instalada em estrutura de madeira pré-existente na obra.
Detalhes:
Dimesões de cada folha 80 x 220 cm.
Madeira Freijó, acabamento verniz.
Porto Alegre (RS).

Porta de abrir em duas folhas, modelo Luiza, 42 mm.
Detalhes:
Dimensões de cada folha 90 x 210cm.
Madeira Freijó, acabamento verniz.
Gramado (RS).

Porta de abrir em duas folhas, modelo Heloisa, 42 mm, com laterais.
Detalhes:
Dimensões de cada folha 90 x 210 cm.
Madeira Freijó, com pintura branca em esmalte sintético.
Porto Alegre (RS).

Porta de abrir em duas folhas, modelo Adall, 42 mm, com laterais.
Detalhes:
Dimesões de cada folha 80 x 220 cm.
Madeira Freijó, acabamento impregnante incolor.
Canoas (RS).

Porta de abrir tipo PIVOTANTE, em uma folha modelo Jean, 65 mm.
Detalhes:
Folha de porta com 140 x 230 cm.
Madeira Freijó, acabamento impregnante incolor.
São Paulo (SP).

Madeira Freijó, com pintura em esmalte sintético.
Canela / RS.

Porta de entrada principal do Edifício Brownstone, construído pela Uma Incorporadora, Rua Luciana de Abreu, 21, Porto Alegre (RS).
Detalhes:
Dimensões de cada folha 110 x 320 cm.
Em Freijó natural, com acabamento em impregnante.

Catania